O tráfego para fins recreativos, especialmente o streaming de vídeo, é uma carga constante e crescente na sua rede corporativa. A partir de 27 de julho de 2012, as Olimpíadas de Londres terão um grande impacto em empresas do mundo todo. Usando os computadores do local de trabalho ou dispositivos móveis (smartphones ou tablets pessoais para uso no trabalho), os funcionários assistirão vídeos ao vivo de suas competições esportivas favoritas e reprises dos eventos que perderam. Cada transmissão ao vivo gera de 200 Kb/s a 1,5 Mb/s de tráfego. Clipes sob demanda são medidos em megabytes e gigabytes. O tráfego pode consumir de 30% a 90% da capacidade da WAN ou da Internet de cada filial. Isso levará a uma menor utilização da rede, alocação indevida de orçamento e capacidade, aplicações lentas ou sem resposta e, o mais grave, reclamações do usuário final em relação ao desempenho.
As empresas que não tiverem as ferramentas e políticas para atenuar esse impacto poderão enfrentar graves interrupções em seu ambiente de rede. O tráfego para fins recreativos, seja ele proveniente das Olimpíadas, YouTube, Netflix, Pandora, Facebook, BBC, P2P ou de um dos milhares de sites de streaming espalhados pelo mundo, é um dreno constante na capacidade da rede. A Blue Coat fornece uma solução completa para gerenciar esse impacto e manter suas aplicações essenciais em funcionamento: Visibilidade: visualização de aplicações e conteúdo da Web em tempo real relacionados ao tráfego da rede para identificar e medir a utilização de milhões de sites com conteúdo avançado, além de centenas de aplicações corporativas; Controle: políticas simples de QoS que limitam o tráfego para fins recreativos ou referente às Olimpíadas a 10% ou menos da capacidade da rede, permitindo aumentos quando a largura de banda não é exigida por aplicações corporativas de maior prioridade; Aceleração: cache de conteúdo avançado sob demanda, reduzindo o impacto de vídeos para fins recreativos, ao mesmo tempo em que possibilita iniciativas de vídeos corporativos, como treinamento e comunicações; e Segurança: proteção para usuários corporativos contra o download de malware originário da Web e conexão segura e direta da filial à Internet, o que reduz o custo do tráfego para fins recreativos em 67%.
Tendências para o evento Dia 27 de julho, atletas de mais de 200 países competirão por mais de 300 medalhas de ouro, prata e bronze em 36 esportes. Durante 11 dos 17 dias da semana das Olimpíadas de 2012 (além dos dois dias antes da cerimônia de abertura quando estarão acontecendo os jogos de futebol), empresas do mundo todo sentirão o impacto das transmissões de vídeo ao vivo e gravadas de eventos que os funcionários poderão acessar facilmente enquanto estiverem no trabalho. Durante os Jogos Olímpicos de Beijing de 2008, 4,7 bilhões de espectadores do mundo todo acompanharam a cobertura pela televisão - 20% a mais do que os 3,9 bilhões que assistiram aos Jogos Olímpicos de Atenas de 2004. Em 2008, a NBC produziu aproximadamente 2.200 horas de cobertura. Para 2012, os canais de televisão de todo o mundo terão acesso a 5.000 horas de competições a partir do OBS (Olympic Broadcasting Services). Veja abaixo alguns fatos e números das Olimpíadas de 2008 por região do mundo (cortesia do COI, Comitê Olímpico Internacional) 1) EUA 75,5 milhões de transmissões de vídeo no NBC.com consumiram 10 milhões de horas de vídeo; 6 milhões de usuários assistiram a cobertura em celulares.
2) China 153 milhões assistiram a cobertura ao vivo de eventos na Internet; 237 milhões assistiram vídeos sob demanda A plataforma para celular CCTV.com atingiu, em média, mais de 20 milhões de acessos por dia
3) Austrália 2,3 milhões de usuários assistiram a 4 milhões de transmissões de vídeo ao vivo e sob demanda Reino Unido; A BBC aumentou a produção de conteúdo digital e de Internet de 250 horas (Olimpíadas de Sydney de 2000) para 2.750 horas; A BBC distribuiu 50 milhões de transmissões de vídeo, 20 vezes mais que os 2,4 milhões das Olimpíadas de Atenas de 2004; Aproximadamente 13% da população adulta do Reino Unido assistiu a vídeos na Internet, acima do 1 ou 2% em 2004 Europa e Oriente Médio/África; 30 empresas transmissoras da EBU (European Broadcasting Union, União Europeia de Radiodifusão) ofereceram conteúdo em seus sites; 180 milhões de transmissões de vídeo foram acessadas - um aumento de 8 vezes em relação aos 23 milhões durante os jogos de inverno de 2006
4) América Latina Impacto de políticas de rede Todos os eventos olímpicos (principalmente semifinais e finais) serão captados e transmitidos ao vivo pelo OBS, que controla os direitos de distribuição das Olimpíadas. O OBS fornecerá sinais de televisão tradicionais (cabo, TV digital e satélite) a empresas transmissoras regionais que distribuirão o conteúdo por seus canais de distribuição. A captação e transmissão ao vivo serão em alta definição (1440 x 1080), que é destinada a aparelhos de TV HD de tela plana. Esse sinal HD é traduzido em uma transmissão de vídeo de 1,5 Mb/s a computadores. A maioria das empresas transmissoras oferecerá um formato de vídeo de qualidade inferior de 640x360 que usa aproximadamente 500 Kb/s de largura de banda para usuários de computadores. Os usuários de dispositivos móveis terão acesso a vídeos de 360x240, adaptados para suas telas pequenas e que consomem em torno de 200 Kb/s de largura de banda. Cada país tem direitos de transmissão em seu território e cada empresa transmissora pode ter sua própria tecnologia de transmissão pela Internet. Várias empresas transmissoras estarão preparadas para a exibição baseada em navegador e para a transmissão direcionada a dispositivos móveis - iPhones, iPads e dispositivos baseados em Android - por meio de aplicações criadas para esse fim. Essa mistura de opções de distribuição e interfaces cria um ambiente complexo. Por exemplo: o RTMP nativo do Adobe Flash e seu RTMP sobre HTTP são comumente usados para a transmissão de vídeo ao vivo pela Internet. Dispositivos com iOS da Apple, no entanto, não aceitam protocolos RTMP. Para se adaptar a eles, as empresas transmissoras geralmente adotam variantes de transmissão de vídeo ao vivo baseadas em HTTP, dentre as quais as preferidas são HTML5, Apple e Silverlight, entre outras. O uso de dispositivos pessoais no trabalho e as Olimpíadas Durante os últimos 18 a 24 meses, os administradores de redes têm enfrentado o impacto do fenômeno do BYOD (uso de dispositivos pessoais no trabalho, do inglês, Bring Your Own Device). Dado que várias empresas transmissoras desenvolveram aplicações móveis para distribuir vídeos das Olimpíadas em iPhones e iPads da Apple, smartphones e tablets Android e dispositivos Windows Mobile, haverá um impacto antes das Olimpíadas, uma vez que os usuários que levam seus dispositivos pessoais ao trabalho se apressam para fazer o download dessas aplicações antes da cerimônia de abertura. A aplicação para iPhone/iPad tem 14,9 MB e a aplicação para Android tem 11 MB. Uma vez que várias operadoras forçaram os fornecedores móveis a limitar os downloads para conexões fora da operadora, os administradores de redes verão um impacto no tráfego da rede enquanto os usuários fazem o download dessas aplicações em seus dispositivos móveis. Por exemplo, veja como os vídeos das Olimpíadas serão disponibilizados nos EUA: a NBC (National Broadcasting Corporation) distribuirá o vídeo ao vivo nos Estados Unidos pelo YouTube. O YouTube usa a transmissão via HTTP para seus serviços ao vivo hoje e esperamos que ele use essa mesma tecnologia para os programas das Olimpíadas. Para uma exibição satisfatória, a NBC recomenda pelo menos 500 Kb/s de largura de banda por usuário (resolução de vídeo de 640x360 mais largura de banda para comunicação servidor/cliente). Para os dispositivos móveis, a NBC desenvolveu aplicações para iOS e Android que fornecerão reprodutores de vídeo. Para descobrir mais sobre os planos da NBC para a transmissão de vídeo durante as Olimpíadas, você pode ler as perguntas frequentes específicas sobre vídeo aqui . Impacto da rede nas empresas As empresas que não tiverem as ferramentas e políticas adequadas em vigor para controlar o conteúdo para fins recreativos poderão presenciar um consumo desse conteúdo de 30% a 60% da largura de banda média durante o horário comercial. A transmissão de vídeo da cobertura das Olimpíadas e de outros eventos pode levar isso a 90% para certos links. Picos de uso como esse deixam as aplicações lentas ou sem resposta e acarretam reclamações do usuário final quanto ao desempenho. O resultado geral é uma menor produtividade, mais custos da TI para detectar e resolver problemas de desempenho e alocação indevida de orçamento e capacidade. Mesmo se apenas alguns usuários quiserem assistir a vídeos de um evento olímpico durante o horário comercial, haverá um grave impacto em aplicações cruciais que funcionam pela rede. Relatório sobre impacto de políticas de rede. Para um exemplo gráfico do impacto dos vídeos das Olimpíadas na largura de banda da rede, examine a captura de tela do Blue Coat PacketShaper. Essa captura de tela em tempo real mostra o impacto da reprodução de um vídeo das Olimpíadas de 2008 do site da NBC. A NBC está usando o YouTube para a distribuição real de vídeo sob demanda. Impacto do downstream de tráfego de vídeo para fins recreativos Até o momento, identificamos o impacto na largura de banda de uma ou várias transmissões. Agora, vamos avaliar o impacto que isso exerce nas redes: Microaumentos e o tráfego constante levam facilmente a utilização da rede a 100%. Uma conexão T-1 com largura de banda de 1,544 Mb/s pode ser completamente consumida por apenas três transmissões de vídeo ao vivo de qualidade média, sem considerar o tráfego do e-mail corporativo, ERP, CRM, acesso a arquivos, armazenamento, backup e outras aplicações. Como microaumentos ou cargas de tráfego constante podem levar o uso a 100%, os roteadores de links sem controle precisam eliminar pacotes. Devido à inteligência limitada desses dispositivos, as decisões de eliminação são feitas no nível da porta e do destino. Como você diferencia aplicações essenciais na nuvem como Salesforce.com da transmissão de vídeo? Para um roteador, tudo significa Porta 80. Aplicações corporativas importantes ficam lentas ou param de funcionar. Enquanto os pacotes são eliminados em fluxos que conduzem ERP, CRM, e-mail, armazenamento, backup e aplicações DR, o TCP (protocolo de rede subjacente à maioria das aplicações) elimina drasticamente as taxas de fluxo para evitar mais problemas. Isso muitas vezes resulta em aplicações congeladas e sem resposta, o que reduz significativamente a produtividade do funcionário. Aplicações que não respondem frustram os usuários e levam à solicitação de tíquetes de suporte para a TI. Isso muitas vezes é manifestado em chamadas para o suporte técnico do tipo "SAP não está funcionando" ou "Salesforce está lento". Esse é o efeito do downstream de uma rede que está totalmente carregada, mas a TI não sabe disso. Ela precisa solucionar o problema da cadeia de distribuição da aplicação que está enfrentando problemas, seja qual ela for. Mais considerações sobre impacto de políticas de rede
Processos de reparo e soluções de problemas da TI ineficientes retardam as conclusões. A primeira etapa do processo de solução de problemas é determinar qual parte da TI é responsável pela infraestrutura subjacente ao problema de desempenho. O departamento de operações de rede muitas vezes é o primeiro a ser culpado e imediatamente se envolve na solução do problema. No entanto, o departamento de operações de rede é impedido pelo seu conjunto de ferramentas.
As ferramentas de relatórios do NetFlow podem mostrar uma utilização de links alta fora do normal para aumentos de tráfego constante, mas elas não podem reportar no nível da aplicação ou do conteúdo. O nivelamento de dados pela média elimina qualquer visualização de microaumentos ou picos de vida curta que causam problemas (um pico de 30 segundos quando a rede estava em 100% de uso pode ficar em uma média menor de 80% em relação a um intervalo de relatório padrão de 5 minutos). Sniffers e ferramentas de captura de tráfego acumulam quantidades enormes de dados e podem fornecer informações muito detalhadas sobre a aplicação. Mas, mesmo se criarem informações factíveis, como um pico do YouTube que está levando o uso a 100%, podem ser necessários dias de análise para que essas informações sejam obtidas. Ferramentas limitadas para a solução de problemas atrasam a resolução. Resolver o problema é difícil porque controles tradicionais de QoS, listas de controle de acesso de roteadores, não levam em conta o conteúdo e sua implementação eficaz pode ser muito complexa. Os roteadores são bons para mapear VLANs e números de porta para classes de serviço em uma rede MPLS. Mas a "Porta 80 para a Internet" inclui tudo, de SaaS e aplicações na nuvem a Netflix e YouTube.
Impacto nos negócios As Olimpíadas gerarão mais de 3.500 horas de conteúdo de vídeo por transmissão ao vivo. Em uma média de 500 Kb/s para as transmissões ao vivo, a cobertura das Olimpíadas pode levar o consumo para fins recreativos a uma capacidade de 90% para alguns tamanhos de links. Adicione a isso o tráfego corporativo de base e vários links ficarão 100% saturados. Isso pode gerar efeitos catastróficos nos negócios. Para estimar os custos associados ao tráfego durante as Olimpíadas, precisamos de uma visão técnica do modo como o tráfego para fins recreativos afeta a rede. Custos do desperdício de largura de banda (custos diretos) O tráfego para fins recreativos representa de 30 a 60% dos gastos com links de WAN/Internet - um custo de US$ 300.000 a US$ 600.000 por ano para um orçamento de largura de banda de US$ 1 milhão. Como a TI dimensiona os links para que eles se adaptem a períodos de carga de pico durante o horário comercial, a utilização consumida por aplicações para fins recreativos durante esse período está diretamente relacionada a despesas com serviços. Custo = porcentagem de tráfego para fins recreativos x orçamento de serviços de WAN/Internet; Você pode determinar como a capacidade da rede é consumida para fins recreativos com uma avaliação da rede do PacketShaper. Um único appliance no núcleo da WAN pode medir uma rede inteira onde a maior parte do tráfego flui em metodologia hub-spoke. Perda de receita (custo direto) Se sistemas essenciais para os negócios estiverem inoperantes, as transações não poderão ser executadas e os clientes não poderão fazer pedidos. Algumas empresas calculam o custo do tempo de inatividade/tempo de demora. Isso muitas vezes inclui a degradação dos níveis de serviço ao cliente e a perda de clientes devido a esses problemas ao longo do tempo. Custo = Custo por minuto calculado do tempo de inatividade x minutos de tempo de inatividade/tempo de demora x porcentagem relacionada a problemas de capacidade da rede; Níveis da equipe de TI (custos diretos) A TI precisa ter uma equipe para processar reclamações do usuário final, investigar e resolver problemas. Se a TI precisar processar 1.000 tíquetes de problemas e 10% deles estiverem relacionados ao desempenho da rede, qual é o custo evitável desses recursos? Custo = Custo da equipe de TI relacionado ao processamento de reclamações de desempenho (suporte técnico, operações de rede, operações de aplicações e de servidor) x porcentagem de tempo relacionado a detecção e solução de problemas x porcentagem de problemas relativos à capacidade da rede ; Produtividade do usuário final (custo indireto) Os usuários podem gastar o dobro do tempo para concluir uma tarefa quando dependem de aplicações de rede lentas. Qual o impacto se a produtividade em geral diminui em 5% devido a aplicações lentas? Custo = Custos médios de funcionários sobrecarregados x número de funcionários afetados x percentual de redução na produtividade;
Redução do impacto de tráfego para fins recreativos: visibilidade, controle, otimização e segurança Para várias empresas com operações pelo mundo todo, reduzir o impacto do tráfego para fins recreativos, incluindo a cobertura das Olimpíadas, é um sério desafio. Quando 30 a 60% da largura de banda e do orçamento são gastos no YouTube e em tráfego de rede relacionado, há um desalinhamento sério para a empresa. Se nenhum esforço for feito para reduzir os efeitos dos vídeos para fins recreativos em conexões de rede, as Olimpíadas de 2012 terão um impacto ininterrupto nas operações corporativas por duas semanas. Para atenuar esse impacto, sem incorrer ao mesmo tempo na ira dos entusiastas de esportes, os administradores de rede precisam de três recursos essenciais: 1) Visibilidade: uma visão detalhada e em tempo real do tráfego da rede Para gerenciar o tráfego das aplicações nas redes, você deve poder enxergá-lo de um modo detalhado que permita diferenciar aplicações internas de conteúdo de aplicações baseadas na Web. Informações de que o tráfego está chegando pela Porta 80 ou 443 não o ajudam a entender o que está afetando as aplicações internas. Sua visibilidade do tráfego da rede deve ser granular o suficiente para permitir que você a identifique por fluxo (para fins de negócios vs. recreativos) e em tempo real, para que você possa ver os aumentos de tráfego, agir rapidamente e obter resultados instantâneos. Contudo, o número de aplicações e sites dificulta a obtenção de uma compreensão clara do tráfego. É por isso que a Blue Coat fornece uma classificação do tráfego em tempo real de centenas de aplicações e milhões de sites, medindo a utilização, os tempos de resposta e uma centena de estatísticas para cada classe. Nossa tecnologia de classificação fornece a você a capacidade de classificar e diferenciar: Centenas de aplicações corporativas, incluindo a subclassificação de aplicações fundamentais, como Microsoft, SAP e Oracle; Aplicações para a Internet que usam várias técnicas para burlar a detecção - P2P, mensagens instantâneas, jogos, Skype, desvio de proxy Dezenas de milhões de sites em 84 categorias; Sites de mídia social complexos, como Facebook, que exigem uma subclassificação detalhada para segmentar e controlar de modo adequado.
Essa visibilidade em tempo real fornece a você uma imagem clara do que está acontecendo na sua rede e um caminho para o controle do tráfego. Controle: a capacidade de priorizar e segmentar o tráfego da rede. A visibilidade granular do tráfego da rede é somente metade da equação para gerenciar a rede. Para garantir que aplicações essenciais para os negócios atendam às expectativas dos usuários, mantenham a produtividade e não sejam afetadas pelo tráfego para fins recreativos, o tráfego deve ser segmentado e priorizado. O controle deve se basear na visibilidade, permitindo que os administradores de redes façam a partição do tráfego e priorizem por valor ao negócio. Isso ajudaria os administradores de rede a restringir vídeos das Olimpíadas a uma parte pequena, mas razoável, da largura de banda da rede, de modo que isso não afetasse as aplicações corporativas nem incorresse na ira dos entusiastas de esportes (incluindo vice-presidentes e diretores seniores). Veja alguns exemplos da nossa política de qualidade de serviço (QoS) impulsionada por aplicação: As partições podem limitar o tráfego para fins recreativos a 10 ou 20% da capacidade ou fornecer uma largura de banda garantida para aplicações essenciais. As prioridades podem ser um modo simples de alocar largura de banda, dando a aplicações mais importantes maior prioridade. Elas também podem priorizar o acesso a partições sujeitas a aumentos. Subpartições dinâmicas podem alocar a largura de banda de modo justo - em todo o link ou em uma partição - entre usuários ativos. Isso pode ser benéfico para implantações de desktop virtual ou para alocar largura de banda para implantações sem fio de convidado. Marcações MPLS baseadas em aplicações permitem que você defina DiffServ, bits TOS e até mesmo rótulos MPLS no nível da aplicação, poupando-o de ACLs de roteadores complexas.
Todas essas políticas são conduzidas pela exibição do tráfego no nível da aplicação e são simples de implementar. Você pode conter imediatamente o impacto do tráfego indesejado e garantir a disponibilidade da largura de banda para aplicações fundamentais. Otimização: atenue o impacto do tráfego de vídeo na rede Duas fases de otimização são necessárias para reduzir o impacto das Olimpíadas no tráfego da rede - e para evitar que os usuários culpem a TI. A primeira fase será uma ou duas semanas antes das Olimpíadas, quando os usuários que levam seus dispositivos pessoais para o trabalho perceberem que precisam fazer o download de uma aplicação em seus dispositivos móveis para acessar notícias e vídeos sobre as Olimpíadas das empresas transmissoras regionais. O impacto dos downloads de aplicações móveis pode ser minimizado pelo cache de objeto no appliance Blue Coat MACH5. O MACH5 armazenará em cache o primeiro download da aplicação móvel. Solicitações subsequentes transferirão a aplicação do appliance local, em vez da WAN/Internet. Depois que a demanda pela aplicação móvel tiver terminado, ele será removido do cache. A segunda fase começa com o vídeo da cerimônia de abertura das Olimpíadas (ao vivo ou sob demanda). O impacto na largura de banda da rede pode derrubar todas as outras aplicações. O Blue Coat MACH5 suporta todos os formatos de vídeo populares (listados abaixo). Ele se comunica com servidores de transmissão de vídeo para reduzir um único stream a um local que o solicita e dividi-lo em quantos streams em tempo real forem necessários na filial local. O mesmo princípio se aplica a vídeos sob demanda, mas, nesse caso, o MACH5 armazena em cache o vídeo para usuários que solicitam o vídeo depois - por exemplo, quando recebem uma URL enviada por e-mail de um colega de trabalho. Protocolos de vídeo compatíveis de modo nativo pelo MACH5 Adobe Flash, nativo e criptografado (RTMP, RTMPe); Microsoft Silverlight (HTTP/RTSP); HTML5; Apple QuickTime; HTTP/SSL
Resumo O enorme volume de vídeo para fins recreativos gerado pelas Olimpíadas de 2012 terá um grande impacto nas redes corporativas. Se não for controlado, esse tráfego pode dominar e interromper o funcionamento de aplicações essenciais para os negócios por duas semanas inteiras durante o mês de julho. O custo, em termos de capacidade de largura de banda consumida, desempenho inferior das aplicações, perda de produtividade e, até mesmo, confiança do cliente e receita, pode ser gigantesco. A Blue Coat pode fornecer à sua empresa a visibilidade, otimização, segurança e o controle da rede necessários para uma operação eficaz durante esse evento e em qualquer evento futuro. |